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30.11.08

Escurinho


Saiu uma galeria pequenininha das minhas fotos no Gawker! Aí vai uma que ficou de fora.

3.11.08

Bola de gude



Pelas vizinhanças mexicanas.

1.11.08

Diga "ômmmm"



Nada estranho que festivais de cinema tenham números músicais na festa de abertura. Nada mais apropriado, portanto, que o 1º Festival Internacional de Cinema Budista da Cidade do México tenha essa estranha bandinha de monges galupa tibetanos.

Espero que os filmes tenham mais suingue.

6.10.08

Lello Arena


... ainda que falasse num dialeto estranho para os dali, o ator impressionou a todos na ilha com sua presença.

11.7.08

Estréias revolucionárias


Na fila do Cine Yara, 2006

Do Granma, jornal oficial cubano:

"Desde ayer y hasta el 16 de julio en los cines de estreno de la capital el Instituto Cubano de Cine e Industria Cinematográficos (ICAIC) presenta una variada programación. En las salas Yara y Acapulco se exhibe Personal belongings (Cuba-Bolivia, director Alejandro Brugués); en el Payret El cantante (The singer, EE.UU., director Leon Ichaso) y El ojo (The eye, EE.UU., directores David Moreau y Xavier Palud); en los cines Alameda y Ambassador El señor Magorium y su tienda mágica (Mr. Magorium’s Wonder Emporium, EE.UU., dirigida por Zach Helm)."
Enquanto isso, Alfredo Guevara, diretor do Festival de Havana, diz que o Che de Soderbergh só passa se não tiver ataque a Fidel. Ele ainda não viu o filme.

7.4.08

De volta a essa terra



De escassa importância para quem quer que seja, mas hoje faz um ano que deixei Bogotá para voltar ao Rio. A tudo e a todos que aconteceram lá, uma música e essa foto.

28.10.07

Bauru em Bauru



Bauru é um dos poucos lugares no mundo onde se pode sair de Manchester e chegar a Shangri-la, passando por Nagasawa. De ônibus.

Em Bauru (essa semana e as duas próximas, apenas) o circo Napoli, paulista, apresenta seu inesquecível show das bandeiras. A trilha tem hinos de diversos países e termina com We are the world.

Fernando, um gay magrinho, de gel no cabelo e boné de lado, já pediu algumas vezes para fugir com eles.

Os funcionários já estão sem paciência. E a estréia foi anteontem. Enquanto isso, Fernando, que mora a 15 quilômetros do Centro, ajuda com as pipocas.

O espetáculo mais divertido do Napoli é o da cama elástica, protagonizado pelo filho do palhaço Eduardo e pela filha moreninha da trapezista. Acontece sempre depois que todo mundo sai e eles, sem dúvida, são os que mais se divertem. Acaba quando uma das mães berra que vão sujar o pijama.

A equipe de malabaristas da gangorra quer ir pra outro circo. Pede fotos, debate poses discretamente. Pede que mande tudo para o email. O endereço é mais ou menos assim: fulano.circos@gmail.com. "É melhor porque cabe foto grande".

A melhor trapezista, Andréa, também equilibra um castiçal com velas na ponta de uma adaga que segura com a boca, enquanto sobe escadas de uma perna só. Enquanto espera o próximo número, põe um avental e vende churros. Tem músculos delineados nas costas, uma bunda feita com photoshop e sua maquiagem tenta deixá-la com cara de travesti. É linda.

Em tempo: é a primeira a entrar no show das bandeiras. Leva a da Itália.

Richard raspa os cabelos do lado da cabeça, ficado só com um moicano que lhe deixa com jeito de guaxinim. Sua roupa de veludo preto suja muito. Por isso ela fica sanduichada dentro de uma outra, de lona. Richard veste as duas, tira a de cima só na hora de ir pro picadeiro, e a veste de novo assim que sai. Aí tira as duas e vai terminar sua coca-cola.

Não há nem metade das cadeiras cheias no Tivoli. É a terceira e última apresentação do domingo.

Amanhã, às nove horas da manhã, 30 bóias-frias receberão indenização por terem sido flagrados trabalhando em condições análogas à de escravidão numa fazenda de cana-de-açúcar. Um deles foi picado por uma cobra que fugia do canavial em brasa.

O bauru do Lula, na esquina da praça principal, não vem com bife, mas com rosbife. É o melhor de Bauru, ele explica.

22.5.07

Escritórios (e casas) provisórios(as)



Casa del Telegrafista, La Higuera, Bolívia. 50 pesos bolivianos cada um dos (três) quartos, sem eletricidade (note a lâmpada solar), com banho quente (água mineral aquecida a gás), comida vegetariana. O uso da biblioteca especializada em Che Guevara e a simpatia de Juan, Oda y Ivana Pelito Azul estão incluídos. A serviço, apurando isso aqui.

8.4.07

Dama de ferro


No primeiro dia de volta ao Brasil, durante o live set de Ricardo Cutz.

22.2.07

Luta livre


No maravilhoso (e meio vazio) Coliseo de Bogotá, os super-heróis da lucha libre.

30.8.06

Dark was the night


...cold was the ground, em Vallegrande, Bolívia. Viagem do Che (claro).

18.8.06

Carro fantasma


No interior da Argentina, caçando o Che.

27.7.06

El popular



O Kublai Khan que abençoa as tortas do Café El Popular, em Mexico DF. De quadriculado, canto direito, Jerónimo, nosso diablo guardián (e diretor de fotografia imprevisto).

4.7.06

Malecón


Havana. Fotógrafo avariado por muito rum e charuto tragado.

5.2.06

Mulheres e meninas


Em Miami, na espera para assinar o contrato de Personal Che.

5.10.05

Uma vela


Na segunda visita à Bolívia, durante as primeiras filmagens daquilo que viraria Personal Che.

24.6.05

Pôr do sol


... estranho como quase tudo em Dourados, Mato Grosso do Sul, onde a NHK fazia uma matéria sobre a morte de índios por inanição.

18.11.04

O começo de las negras




No descanso de uma filmagem para a NHK em São Luis e Alcântara, gente dançando o tambor de crioula.